quarta-feira, 9 de setembro de 2009


2 Coríntios 4:13

- E temos, portanto, o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos.



Paulo cita o Salmo 116, no meio de sua exortação aos Coríntios:
“Está escrito – Cri, por isso falei”. (II Coríntios 4:13).

Temos a tendência de falar sobre os assuntos que sejam convenientes. Sobre os temas populares e que “dêem Ipobe”. Aprendemos, a duras penas, que discursar sobre coisas sérias e espirituais pode nos trazer a fama de que somos fanáticos, sem um pingo de senso de humor. De um modo geral, as pessoas com as quais convivemos “adoram” perder horas e horas discutindo problemas que, no final das contas, “não levam a nada”.

Paulo não era do tipo que seria convidado para alegrar nossas festas entre amigos. Ele mesmo reconhecer esta fama. Só que, dizia ele, minha vida foi sacudida por um furacão chamado Jesus Cristo. Depois de aceitar a Cristo dentro dele, todo o resto perdeu a graça. E ele creu em Cristo com tudo o que tinha. Suas inteligência, ultra sofisticada, dedicou-se a elaborar a teologia mais bíblica sobre Jesus. Sua energia, quase incansável, passou a ser canalizada para realizar as viagens missionárias modelares da história do cristianismo. Seu discurso, admirado até pelos inimigos, passou a ser uma sinfonia de uma nota só: Cristo. O segredo desse fenômeno foi explicado pelo próprio Apóstolo: “eu cri, por isso falei”. Nós outros, também, somos chamados a falar do que cremos – centradamente, do Cristo em quem nós cremos.



Amados essa palavra de hoje só nos confirma que devemos falar de Jesus por onde passarmos, falarmos do seu grande amor e do seu sacrificio na cruz para salvar a humanidade.
Pois cremos e também fomos chamados para falar.

terça-feira, 8 de setembro de 2009



As marcas da minha fidelidade
Deus mostra seu amor por nós quando deu seu Filho enquanto ainda éramos seus inimigos. As marcas do seu amor ficaram bem visíveis na cruz. Foi ali num gesto de dores, de extremo sacrifício que Deus revelou o quanto somos importantes para Ele. De uma forma clara, alardeou para toda história o Seu Eterno amor e o compromisso com sua palavra de redenção e de salvação à humanidade. As marcas da fidelidade no corpo do unigenito do Pai, Jesus o Cristo, não deixa dúvidas a respeito deste grande amor.
Agora chegou a vez de apresentar o nosso compromisso com Ele. É na nossa existência, em nossa jornada neste planeta que temos que exteriorizar as marcas da nossa fidelidade. Ele nos chama a viver a vida abundante que há em Cristo e só através de Cristo, no entanto, para que possamos viver a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus, precisamos nos apresentar como sacrifício vivo, santo e que agrade a Deus.
Será impossível viver Cristo, sem dores, sem renúncias, sem perdas, sem fazer morrer nossa natureza carnal. Não podemos receber o Reino se não houver morte. O caminho que Deus propõe é estreito, é apertado não temos como levar na bagagem a inveja, o orgulho, a prepotência, a avareza, a prostituição, a impureza sexual. Não é possível viver Cristo sem abandonar o pecado que muitas vezes tem gosto de mel. É necessário agora apresentar diante de Deus e dos homens as marcas de nossa fidelidade, as marcas de Cristo em nós.
Quais são na sua vida, as coisas que serão abandonadas, as práticas deixadas para trás, e quais são aquelas que deverão fazer parte na sua vida daqui pra frente?
Deus já nos deu prova do seu amor, nas marcas da cruz, agora chegou a nossa vez.